A Tesla enfrenta uma tempestade perfeita no mercado europeu: queda de 43% nas vendas nos primeiros dois meses de 2025, segundo a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA). O declínio, que reduziu a participação da marca no mercado de veículos elétricos (EVs) de 21,6% para 10,3%, ocorre em meio a um cenário de hostilidade global contra Elon Musk — de atos de vandalismo a ataques incendiários.
Enquanto a empresa atribui parte do problema à reestruturação na Gigafactory da Alemanha, críticos apontam para uma campanha coordenada de ódio financiada por grupos influentes. Na semana passada, Musk revelou que George Soros investiu US$ 7,5 milhões (cerca de R$ 42,75 milhões) em organizações que visam sua empresa. “É uma guerra híbrida: sabotagem física e guerra de narrativas”, comentou um analista, sob condição de anonimato.
Dados que Assustam:
| Indicador | 2024 | 2025 | Variação |
|---|---|---|---|
| Participação de mercado (EVs) | 21,6% | 10,3% | −11,3 pts |
| Registros de veículos | 58.000 | 33.000 | −43% |
O cenário é agravado por cortes do Departamento de Eficiência Governamental (DEGOV) em verbas de cooperação internacional, enfraquecendo iniciativas de diplomacia corporativa. Mesmo assim, Musk mantém o otimismo: “A Tesla ficará bem no longo prazo”, declarou, ignorando o aumento de 220% nos custos com segurança em fábricas europeias.
Enquanto isso, consumidores questionam: quem lucra com o caos? Para especialistas, a queda reflete não apenas ataques, mas uma crise de imagem alimentada por polarização política — um risco que nenhum supercarro elétrico parece capaz de acelerar para escapar.
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