Uma onda de protestos e paralisações envolve São Paulo na próxima terça-feira, quando trabalhadores dos serviços públicos, insatisfeitos com os planos de privatização do governador Tarcísio de Freitas, promovem uma greve que afetará importantes linhas de metrô e trens na capital paulista e região metropolitana.
No Metrô, a paralisação atingirá a Linha 1 - Azul, Linha 2 - Verde, Linha 3 - Vermelha e Linha 15 - Prata (monotrilho). As Linhas 4 - Amarela e 5 - Lilás permanecerão operacionais, alheias à mobilização dos trabalhadores. Já na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), os funcionários das Linhas 7 - Rubi, 10 - Turquesa, 11 - Coral, 12 - Safira e 13 - Jade participarão da greve, enquanto as Linhas 8 - Diamante e 9 - Esmeralda manterão seu funcionamento regular.
Há uma tentativa dos trabalhadores do Metrô de assegurar a operação normal de todas as linhas, sem a cobrança de tarifas, conforme expresso em um abaixo-assinado lançado recentemente para pressionar o governo estadual. A questão da catraca livre durante greves tem sido uma demanda recorrente dos metroviários e ferroviários, e a última tentativa, em março deste ano, resultou em desacordos e intervenção judicial.
Além dos trabalhadores do transporte público e da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), a greve desta terça-feira (28) em São Paulo contará com a adesão de outras categorias, incluindo professores do ensino público. Estes últimos protestam contra cortes no financiamento da educação, questionando as políticas governamentais em relação ao setor.
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