O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, aproveitou uma mensagem natalina para disparar críticas contra a China, Panamá, Canadá, Groenlândia e seus opositores políticos nos Democratas.
Na quarta-feira, Trump publicou no Truth Social dois posts com votos de “Feliz Natal a todos”, incluindo alfinetadas direcionadas tanto a adversários estrangeiros quanto domésticos.
Ele começou sua lista destacando os “maravilhosos soldados da China, que estão operando amorosamente, mas ilegalmente, o Canal do Panamá.” O canal, sob controle dos EUA por quase um século, foi devolvido ao Panamá em 1999. Desde então, empresas chinesas têm administrado partes da operação.
A seguir, Trump desejou boas festas ao “governador Justin Trudeau, do Canadá, cujos cidadãos pagam impostos excessivamente altos.” Ele ironizou, dizendo que esses impostos seriam reduzidos em 60% caso o Canadá se tornasse o “51º estado” dos Estados Unidos.
Sobre a Groenlândia, Trump afirmou que a ilha é essencial para a segurança nacional americana e que “o povo de lá deseja a presença dos EUA, e estaremos lá!” A menção reaviva a polêmica de 2019, quando Trump teve uma oferta de compra da Groenlândia recusada pela Dinamarca.
Trump também dirigiu sua mensagem à oposição doméstica: “Feliz Natal aos lunáticos da esquerda radical”, acusando os Democratas de tentarem obstruir os tribunais e eleições nos EUA, enquanto “perseguem a mim e outros americanos”.
O presidente eleito criticou ainda Joe Biden, mencionando o perdão presidencial concedido a 37 condenados à morte, cujas penas foram comutadas para prisão perpétua. Trump declarou que esses indivíduos deveriam “ir para o inferno”.
Ele concluiu com otimismo sobre sua volta ao poder: “Tivemos a maior eleição da história do nosso país, uma luz brilhante está agora iluminando os EUA, e em 26 dias vamos Tornar a América Grande Novamente. Feliz Natal!”
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