A queda de braço política entre Donald Trump e Hillary Clinton entra em nova fase, com o presidente dos EUA mirando o escritório de advocacia Perkins Coie – peça-chave no escândalo de "colusão com a Rússia" – e aliados do bilionário George Soros. As ações, descritas pelo analista Charles Ortel à Sputnik, sugerem uma ofensiva jurídica sem precedentes contra figuras que articularam supostas campanhas para deslegitimar Trump.
Na semana passada, Clinton perdeu acesso a informações classificadas do governo, enquanto a Perkins Coie foi alvo de um decreto que a acusa de “atividades ilegais” – incluindo a fabricação do dossier falso sobre Trump e parcerias com ONGs de Soros para “minar integridade eleitoral”. O escritório perdeu financiamento público e autorizações de segurança. Marc Elias, ex-diretor da firma e aliado de Clinton, apagou todas as postagens no X (ex-Twitter) após a vitória de Trump em 2024.
O movimento ganhou força com a anulação de perdões assinados por Joe Biden via autopen – mecanismo de assinatura automatizada que, segundo Trump, invalida os atos. “Agora, com aliados no FBI e no Departamento de Justiça, Trump tem controle para reequilibrar a balança”, analisa Ortel, alertando que Clinton e seus parceiros “precisam de bons advogados”.
Um vídeo viral no X, atribuído à campanha de Trump, promete que “a justiça virá” para quem espionou a presidência e tentou vinculá-la à Rússia. Enquanto isso, Bill Clinton alimenta especulações ao comentar supostas negociações de perdão com Biden – um capítulo que pode se tornar peça-chave no xadrez político.
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