O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tem enfrentado dificuldades consideráveis no que diz respeito à sua popularidade, especialmente quando se trata de questões relacionadas à saúde. Em três ocasiões recentes, o governador se viu envolvido em polêmicas que afetaram sua imagem, exatamente em um tema que é considerado uma prioridade para a maioria dos brasileiros.
A primeira delas ocorreu quando Tarcísio vetou um projeto de lei que buscava conceder validade indeterminada aos laudos médicos que atestam o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Sua justificativa na época levantou polêmica, ao alegar que o transtorno em crianças poderia "deixar de existir". No entanto, após uma repreensão pública do apresentador Marcos Mion, o governador admitiu o erro em sua justificativa.
Logo em seguida, a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) impôs uma derrota ao governador ao derrubar o veto, demonstrando uma divergência significativa em relação à sua posição.
No início deste mês, outra controvérsia veio à tona quando o governo de Tarcísio prorrogou um contrato na área da saúde com uma empresa ligada ao seu próprio secretário de Saúde, Eleuzes Paiva. Após a revelação do caso pelo Estadão, o governo teve que reverter sua decisão.
Por fim, a mais recente ação que gerou descontentamento foi o veto do governador a um projeto de vacinação contra o HPV nas escolas, alegando que a estratégia de vacinação deve ser "construída junto aos municípios".
Tais episódios colocam em evidência os desafios enfrentados pelo governador Tarcísio de Freitas em relação à área da saúde e sua popularidade. Parece que, até o momento, ele não encontrou a "vacina" para evitar essas controvérsias.
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