Os 5 níveis de compreensão de si mesmo

Olá, seus lindos bastardos. Hoje, estamos mergulhando nas infinitas complexidades do eu.

Exploraremos o conceito de eu em cinco níveis diferentes, desde explicações simples até ideias que derretem o cérebro e que o deixarão questionando sua própria existência. Preparar? Vamos fazer isso.

NÍVEL 1: A CRIANÇA – POSSO CONTROLAR MINHA MÃO!

Neste nível, o conceito de self é bastante simples. Tudo o que você sente ou controla em seu ambiente faz parte de você. Você pode controlar sua mão? Boom, parte de você. Não consegue controlar a cadeira sem tocá-la? Esse não é você. Simples, certo?

NÍVEL 2: O EU ADOLESCENTE – QUEM SOU EU, REALMENTE?

À medida que envelhecemos, começamos a perceber que o nosso eu não está limitado ao nosso corpo físico. Conceitos abstratos como ser compassivo, talentoso ou nascer em um lugar específico passam a nos definir . Nossa sensação de bem-estar fica ligada à forma como os outros nos percebem, e nosso eu se torna um conceito socialmente negociado.

NÍVEL 3: O EU DO ESTUDANTE UNIVERSITÁRIO – DIGA OLÁ AO EGO

Na faculdade, temos consciência de que existe uma tensão entre a nossa autodefinição e a forma como o mundo nos vê. Para proteger nosso senso de identidade, desenvolvemos mecanismos de defesa psicológica. Esta é a definição de Freud para o ego. Um ego saudável é essencial, mas quando a nossa autodefinição se desvia da realidade, torna-se tóxica, levando à disfunção emocional .

NÍVEL 4: O EU DO ESTUDANTE DE PÓS-GRADUAÇÃO – DEFINIÇÕES ARBITRÁRIAS

Neste nível, percebemos que o conceito de self é apenas uma definição arbitrária, como qualquer outra. Nossas definições de nós mesmos são baseadas em nossas experiências, ambiente e cultura. A fluidez do eu é um mecanismo psicológico que nos ajuda a funcionar na sociedade. Essencialmente, o ego é uma adaptação evolutiva de nossas mentes.

NÍVEL 5: O EU DO NÍVEL ESPECIALISTA – NÃO EXISTE O EU

É aqui que as coisas ficam complicadas. Não existe eu . Nossa crença em nossa existência é apenas uma ilusão criada por nossas mentes. Nada existe verdadeiramente e a vida é transitória e mal definida. Ao treinar as nossas mentes, podemos ver através desta ilusão e experimentar a realidade como uma manifestação da existência. Não existe morte – tudo está presente e sempre existiu.

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