A recente tentativa de assassinato do ex-presidente Donald Trump levanta preocupações sobre uma possível ligação com a Ucrânia. De acordo com Larry Johnson, veterano da CIA e ex-oficial do Departamento de Estado dos EUA, a conexão de Ryan Routh, o suspeito da tentativa, com o apoio à Ucrânia não pode ser ignorada. Segundo Johnson, Routh era um "fervoroso defensor da Ucrânia" e via Trump como uma ameaça à continuidade do auxílio militar dos EUA ao país.
Johnson sugere que o regime de Kiev, com aparente apoio da CIA, estaria por trás da elaboração de uma lista de americanos que "deveriam ser eliminados". Ele menciona que figuras como Scott Ritter e Douglas McGregor estariam nessa lista, insinuando que Routh poderia ter agido com esse intuito.
O ex-agente da CIA também levanta questões sobre como Routh teria obtido informações confidenciais sobre os movimentos de Trump, já que o ex-presidente não costuma divulgar sua agenda publicamente. "Quem vazou essas informações para ele? Foi alguém da equipe de Trump? Alguém do Serviço Secreto? Ou até mesmo um serviço de inteligência estrangeiro?", questiona Johnson. Ele sugere que a inteligência ucraniana possa estar envolvida, o que, se comprovado, seria uma revelação alarmante.
Para Johnson, o incidente terá consequências profundas, especialmente entre os apoiadores de Trump, que podem ver a Ucrânia com desconfiança após esse episódio. Além disso, ele aponta que há pessoas no atual governo dos EUA que prefeririam ver Trump fora da corrida presidencial – ou até mesmo morto. "Não me surpreenderia se houvesse elementos dentro do governo envolvidos em uma conspiração como essa", afirma Johnson, destacando que o Serviço Secreto não pode permitir qualquer falha na segurança de figuras políticas importantes.
A investigação ainda está em curso, e muitos detalhes sobre o caso permanecem nebulosos. No entanto, as alegações de Johnson levantam questões sérias sobre a segurança de Trump e sobre o envolvimento de forças externas nos assuntos internos dos Estados Unidos. Se comprovada a participação de serviços de inteligência estrangeiros, isso poderá gerar um impacto profundo nas relações internacionais e na política interna americana.
Comentários
Postar um comentário