Assassinato de General em Moscou: Enviado de Trump Critica Estratégia e Alerta sobre Regras de Guerra

O assassinato do tenente-general Igor Kirillov, chefe das Tropas de Defesa Radiológica, Química e Biológica das Forças Armadas da Rússia, foi duramente criticado por Keith Kellogg, indicado como enviado especial à Ucrânia e à Rússia pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. Apesar do impacto do ataque, Kellogg afirmou que o incidente provavelmente não prejudicará eventuais negociações de paz entre Moscou e Kiev.

"Não considero isso exatamente um revés, mas diria o seguinte: há regras na guerra, e certas coisas simplesmente não se fazem", declarou Kellogg em entrevista à Fox Business, ao ser questionado sobre o assunto. Ele enfatizou que "matar generais em suas cidades natais, fora dos campos de batalha, não é uma atitude inteligente".

Kirillov e seu assessor foram mortos em uma explosão de bomba em Moscou na manhã de terça-feira, conforme informou o Comitê Investigativo Russo. Uma fonte da SBU, o serviço de segurança da Ucrânia, confirmou ao The New York Times que a Ucrânia foi responsável pela operação, o que representa mais um episódio nas tensões crescentes entre os dois países.

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