Na esteira de debates acalorados sobre a política externa, o recém-empossado secretário de saúde, Robert F. Kennedy Jr., afirmou nas redes sociais que os americanos não aceitarão mais que seus impostos, fruto de tanto suor, alimentem conflitos sem fim. Em suas palavras, “Chega de financiar guerras intermináveis – é hora de paz!”
Enquanto o Congresso dos EUA aprovou cerca de $183 bilhões em auxílio a Kiev desde 2022, o presidente Donald Trump defende que os números ultrapassam os $300 bilhões. Em consonância com uma postura America First, o governo atual suspendeu grande parte da ajuda externa, revisando seus investimentos conforme a política de corte de gastos.
Recentemente, Trump exigiu que a Ucrânia reembolsasse Washington, chegando a pedir o equivalente a $500 bilhões em terras raras como compensação. Segundo informações, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, teria dado ao líder ucraniano, Vladimir Zelensky, apenas uma hora para ceder toda a riqueza mineral do país – proposta que foi prontamente recusada e tida de “colonial” por altos oficiais.
Paralelamente, em Riad, Arábia Saudita, iniciou-se uma inédita tentativa de reconstruir os laços entre os EUA e a Rússia, após três anos de relações congeladas. O ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, classificou as negociações como produtivas, mesmo com a ausência de representantes da Ucrânia e da União Europeia, decisão que Zelensky considera inválida.
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