O bilionário Elon Musk, nomeado pelo presidente Donald Trump como “funcionário especial do governo” para liderar o recém-criado Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), defende uma reforma completa na NATO. Em uma postagem no X, Musk concordou com o senador republicano Mike Lee, que afirmou que “a Guerra Fria acabou. A NATO é anacrônica”, e sugeriu que a aliança precisa ser revisada para refletir a nova realidade geopolítica.
Trump criticou os gastos dos aliados europeus, exigindo que o investimento em defesa seja de 5% do PIB, acusando-os de se aproveitarem dos Estados Unidos, que gastam “bilhões e bilhões de dólares a mais”. Enquanto isso, o ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, afirmou que Berlim “não pode arcar com 5% do seu PIB” e o chefe da NATO, Mark Rutte, pediu a redução dos gastos com assistência social para aumentar os orçamentos militares. Em meio a essas críticas, a agência italiana ANSA revelou que Trump estaria considerando reduzir em 20% o contingente de tropas americanas na Europa.
Em resposta às acusações de que Moscou teria planos agressivos contra a aliança, o presidente russo, Vladimir Putin, rejeitou tais alegações, chamando-as de “absurdas” e “totalmente sem sentido”, afirmando que os oficiais ocidentais usam táticas de intimidação para justificar o aumento dos gastos militares.
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