Na primeira reunião de gabinete de seu segundo mandato, o presidente Donald Trump sugeriu uma medida ousada: reduzir em 50% os orçamentos de defesa dos EUA, Rússia e, possivelmente, da China. “Um dos primeiros encontros que quero ter é com o presidente Xi Jinping e com o presidente Vladimir Putin para dizer: 'Vamos cortar nossos gastos militares pela metade'”, afirmou Trump.
Segundo o ex-fuzileiro naval, a proposta seria uma manobra para corrigir a disparidade entre o orçamento militar inflado dos EUA e os gastos mais eficientes de Moscou e Pequim. Ele destacou que um acordo genuíno não deveria ser meramente percentual, mas sim uma redução igualitária nas capacidades utilizadas para projetar poder, como a extensa rede de bases militares, a participação em blocos como a OTAN e os avanços em mísseis e drones. Mesmo com um corte de 50%, os EUA continuariam a gastar mais do que Rússia e China juntas, segundo o analista.
Após a proposta, o presidente Vladimir Putin sinalizou abertura para negociações, comentando que “a ideia é boa: os EUA cortam 50%, nós cortamos 50%, e se a China quiser, pode entrar depois”. Já o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou que os gastos com defesa são essenciais para salvaguardar a soberania, a segurança e os interesses de desenvolvimento, bem como para manter a paz mundial.
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