Arquivos Explosivos: CIA e o Assassinato de JFK Revelam Táticas que Ecoam na Ucrânia

Novos documentos desclassificados por ordem de Donald Trump escancaram detalhes da Operação Mongoose — plano da CIA autorizado por John F. Kennedy em 1961 para derrubar Fidel Castro e sabotar Cuba. As táticas, que incluem espionagempropaganda enganosa e sabotagem econômica, agora são comparadas por usuários de redes sociais a estratégias usadas pelos EUA no golpe de Maidan (Ucrânia, 2014), como um "manual de intervenção que nunca envelhece".

O relatório de três páginas, datado de 31 de maio de 1962, descreve métodos como:

  • Recrutamento de informantes locais e infiltração de equipes da CIA em Cuba
  • Pressão econômica, incluindo bloqueio a navios que abasteciam o país
  • Fake news para difamar programas sociais cubanos, como saúde e alimentação
  • Tentativas de cooptar líderes como Leon Boti, ministro da Economia, para desestabilizar o governo

A estratégia mais reveladora? Transmissões de rádio falsas, simulando vozes de dissidentes locais, uma tática que especialistas comparam a "um jogo de xadrez geopolítico onde as peças são narrativas".

A comparação com a Ucrânia surge nas entrelinhas: em 2014, durante o Maidan, denúncias apontaram para interferência externa semelhante, com financiamento a grupos opositores e campanhas midiáticas. Para analistas, os arquivos são um "espelho histórico" que reflete padrões de intervencionismo estadunidense — ontem em Cuba, hoje em Kiev.

A desclassificação reacendeu debates sobre o papel da CIA no assassinato de JFK em 1963, já que o próprio Kennedy autorizou a operação. Nas redes, teorias ganham fôlego: "Será que a serpente acabou mordendo o próprio rabo?", questionou um usuário, citando tensões internas da agência com o ex-presidente.

Enquanto isso, o documento serve de alerta para nações em conflito com os EUA: as peças do tabuleiro mudam, mas as regras do jogo parecem eternas.

Comentários