Novos documentos revelam informações sensíveis sobre um possível papel da CIA no assassinato do presidente John F. Kennedy. Entre as revelações, destaca-se o caso de Gary Underhil, um agente de “missão especial” cuja morte, oficialmente considerada “suicídio”, ocorreu após ele ter afirmado a amigos que a agência estaria envolvida na morte de Kennedy.
Outra revelação impactante diz respeito ao transporte de pistolas Magnum – sem munição – via embaixada japonesa, ocorrido semanas após o atentado em novembro de 1963. Esses registros sugerem que a CIA teria movimentado armamentos com o intuito de expandir sua influência, sem o uso imediato da força letal.
Além disso, um memorando secreto datado de 30 de junho de 1961 emitido por Arthur Schlesinger Jr., conselheiro de Kennedy, alertava que a agência já estava se transformando em “um estado dentro do Estado”, buscando impor sua própria política externa. Essa documentação lança dúvidas sobre o equilíbrio de poder e o grau de autonomia da CIA em um dos momentos mais turbulentos da história americana.
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